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Semana do Consumidor 2026: a guerra de preço que chegou antes da TV

Redes populares anteciparam descontos em massa e o consumidor já compara no app antes de entrar na loja

O que costumava ser uma campanha de uma semana virou mês inteiro de ofertas cruzadas. Mega Brasil foi às ruas de São Paulo, Belo Horizonte e Recife para entender quem ganha — e quem perde — quando todo mundo promete o menor preço.

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Preço não é só número na prateleira

Quem compra arroz, fralda ou tênis de corrida sabe: o preço que importa é o que cabe no bolso naquele mês. No Brasil, isso passou a incluir cashback, parcelamento sem juros, clube de desconto e aquela planilha mental de «onde está mais barato hoje». O Mega Brasil documenta essas escolhas sem romantizar nem demonizar o varejo em massa — porque a maioria das famílias depende dele.

Campanhas nacionais como a Semana do Consumidor, a Black Friday e as liquidações de meio de ano moldam o calendário de compras de milhões de lares. Mas o varejo popular reagiu antes: antecipou ofertas, empilhou descontos progressivos e testou formatos de loja menor com giro mais rápido. Nossa redação acompanha o que muda na prática — não só no release das redes.

Venda em massa não significa consumo irracional. Muitas vezes é estratégia: estocar itens de uso diário quando o preço cai, trocar de marca quando a diferença passa de 15%, adiar compra de eletro até a campanha certa. Contamos essas histórias com dados de pesquisa, conversa de corredor e olhar crítico sobre promessas que não se sustentam no caixa.

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